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terça-feira, 29 de junho de 2021

Estudo da literatura por meio da Matemática: uma sugestão com uso de gráficos.


    Tentamos exemplificar nessa publicação uma das possibilidades de articular o letramento matemático a caminhos que levam à compreensão de obras literárias realizadas na escola pelos estudantes sob orientação do professor de Matemática. A obra escolhida é uma velha conhecida do grande público, também considerada um clássico da literatura estrangeira. Embora o autor e ilustrador do livro, Antoine de Saint-Exupéry, reforce que a história não foi concebida para os adultos, "O Pequeno Príncipe" encanta sobremaneira essa faixa etária. Consideramos que essa narrativa convida o leitor a extrair das palavras informações de modo que reflita sobre sua subjetividade e alargue seu olhar para perceber e compreender o outro. 

E assim como essa obra, outras aguardam serem desvendadas a fim de que a interação entre autor, leitor e texto se torne um diálogo proveitoso e ressignificativo. Ademais, o professor tem a liberdade de escolher textos mais curtos como contos, poemas, crônicas, fábulas etc. É primordial que, a partir do texto literário, seja criado um “gancho” ou uma mensagem principal de fácil identificação nos gráficos elaborados pelos estudantes.

Nílson José Machado suscita em sua obra, Matemática e Língua Materna, reflexões pertinentes sob a ótica do tratamento dos conteúdos de matemática associados a centros de interesses. Destaca que cada disciplina nos ajuda a ver o mundo de determinado ponto de vista. Como os diversos instrumentos em uma orquestra, cada uma delas nos oferece um som especial, na composição da melodia do conhecimento.

Por exemplo, a água é fundamental para todos os seres vivos e é estudada em diferentes disciplinas, mas é um tema que certamente ultrapassa os limites disciplinares. Um aluno que assiste a uma palestra sobre a importância da água na natureza, na manutenção da vida, pode sentir-se especialmente motivado para estudar a água, disciplinadamente, na perspectiva da Química (H2O, pH...), da Física (densidade, calor específico...), da Geografia (bacias hidrográficas, usinas hidrelétricas...), da Literatura (a presença e o papel dos rios nas obras literárias...) Analogamente, um livro que se lê, um filme ou uma peça de teatro a que se assiste costumam deflagrar uma busca por mais informações sobre alguns aspectos da temática apresentada, seja no âmbito da economia, ou no da preservação ambiental, ou mesmo no de natureza ética, entre outros. As matérias anunciadas por um jornal ou por uma revista podem despertar mais facilmente o interesse dos alunos do que os conteúdos estritamente disciplinares; uma boa estratégia, então, para a condução de trabalhos em sala de aula, parece ser partir dos centros de interesse interdisciplinares, ou transdisciplinares, e examiná-los na perspectiva das diversas disciplinas. (MACHADO, 2011, p. 196)

     Machado ilustra em seu livro como as abordagens com narrativas potencializam o ensino de matemática, proporcionando aos alunos o encantamento. E conexo às suas considerações pontua o papel que a Matemática e os contos de fada desempenham na formação das crianças.

Para explorar as inferências e compreensões de obras literárias feitas pelos estudantes, propomos a elaboração de gráficos criativos. Assim, nós, professores, poderemos acompanhar o percurso que realizam para interpretar a história, desde representação de informações locais da obra às mais gerais. 

Existe a complexidade de não apenas ler, mas de transpor linguagens. A leitura gera dados relevantes sobre as interpretações da obra. Já pensou em quantas habilidades o estudante é capaz de mobilizar? Cada gráfico produzido revela habilidades que merecem atenção especial no sentido de recuperar ou aprofundar conhecimentos específicos do letramento matemático e da importância de se desenvolver cada vez mais as capacidades de leitura pelos estudantes.

Selecionamos algumas habilidades essenciais (prioritárias) que podem ser trabalhadas envolvendo esse trabalho: 


  • (EF06MA31) Identificar e diferenciar as variáveis e suas frequências e os elementos constitutivos (título, eixos, legendas, fontes e datas) em diferentes tipos de gráfico.

  • (EF05MA24) Analisar e Interpretar dados estatísticos apresentados em textos, tabelas (simples ou de dupla entrada) e gráficos (colunas agrupadas ou linhas), referentes a outras áreas do conhecimento ou a outros contextos, como saúde e trânsito, e produzir textos com o objetivo de sintetizar conclusões.

  • (EF05MA25) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas e numéricas, organizar dados coletados por meio de tabelas, gráficos de colunas, pictóricos e de linhas, com e sem uso de tecnologias digitais, e apresentar texto escrito sobre a finalidade da pesquisa e a síntese dos resultados.

  • (EF08MA23) Identificar o tipo adequado de gráfico para representar um conjunto de dados de uma pesquisa ou expressar determinada informação.

  • (EF06MA33) Planejar e coletar dados de pesquisa referente a práticas sociais escolhidas pelos estudantes e fazer uso de planilhas eletrônicas para registro, representação e interpretação das informações, em tabelas, vários tipos de gráficos e texto.

  • (EF09MA22) Escolher e construir o gráfico mais adequado (colunas, setores, linhas), com ou sem uso de planilhas eletrônicas, para apresentar um determinado conjunto de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência central.

  • (EF09MA23) Planejar e executar pesquisa amostral envolvendo tema da realidade social e comunicar os resultados por meio de relatório contendo avaliação de medidas de tendência central e da amplitude, tabelas e gráficos adequados, construídos com o apoio de planilhas eletrônicas.


Dito isso, apresentamos o modelo de gráfico que pode ser objeto de trabalho do professor de exatas em sala de aula. Nele, como dissemos na nossa formação, Aprendendo a ler, enquanto se lê – Parte 2, os alunos são convidados a embarcar numa viagem literária e, após a conclusão da leitura, esboçam gráficos criativos cujas representações se articulam às informações locais ou globais da obra literária lida. Veja uma possibilidade:



       No gráfico que demostramos nossa percepção sobre a obra, os dados se articulam tanto a partes específicas do livro O Pequeno Príncipe: "elefante dentro da jiboia (5%)", quanto a mais gerais: "citações inspiradoras (20%), amizade (50%), descobertas (15%) e encantamento (10%)". Sendo que os valores das respectivas porcentagens exibem a contribuição de cada valor para o total da amostragem. Dessa forma, ao aplicar essa sugestão de atividade em sala de aula, o professor pode, no diálogo com os estudantes, levantar problematização dos recortes realizados sobre o texto bem como da atribuição dos valores, com objetivo de investigar o estabelecimento de sentido diante do texto lido e, se necessário, corrigir rumos de entendimento da obra e/ou da organização quantitativa das informações. Além disso, seria significativo se em algum momento da aula fossem instigados a compararem suas criações e experiências com os demais colegas da turma.
    Atividades como essa quebram o paradigma de que o trabalho com a leitura de textos literários é tarefa apenas do professor de português e que em nada a área de matemática pode contribuir.

Uma das formas de explorar recursos digitais para a criação dos gráficos se dá pela plataforma de design Canva. Nela os estudantes terão acesso a vasto repositório de elementos para combinação de informações que desejam evidenciar. É importante destacar que existe a possibilidade de formar uma equipe e trabalhar colaborativamente no design (projeto gráfico) em tempo real.

Aqui encontrará essa atividade no Canva para realizar a cópia do modelo apresentado acima e neste link um breve tutorial de cópia de template no Canva.


Quer enriquecer essa ação, propondo novos desafios aos estudantes? Que tal expandir as discussões com infográficos? 


Fique por dentro das dicas que o Canva oferece sobre a edição de gráficos e infográficos.


Referências:


MACHADO, Nílson José. Matemática e língua materna: análise de uma impregnação mútua. 6. ed. São Paulo : Cortez, 2011. 

ROJO, Roxane. Síntese das capacidades de leitura. Disponível em: http://arquivos.info.ufrn.br/arquivos/2013121153a8f1155045828c12733b68e/Letramento_e_capacidade_de_leitura_pra_cidadania_2004.pdf. Acesso em 28 de jun. 2021.

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Habilidades essenciais dos Anos Finais de Matemática. Disponível em: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/educacao-infantil-e-ensino-fundamental/materiais-de-apoio-2/. Acesso em 28 de jun. 2021.



At.te,

Daniela Santos e Vera Cirino

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Desafio literário: Playlist Musical Comentada

 




PDF - Clique aqui.


Olá, professores! 


      Nós te convidamos a promover um Desafio Literário com seus estudantes!

    Que tal orientá-los a criarem uma PLAYLIST MUSICAL COMENTADA? Gostou da ideia? Quer saber como pode planejar a atividade?

    Sob a hipótese de que estejam trabalhando com o livro "Dom Casmurro", de Machado de Assis, e, como meta de aprendizagem, pretendam estimular seus alunos a reconstruírem e a refletirem sobre as condições de produção e de recepção desta valiosa obra literária brasileira, de modo a possibilitar a sua ampliação e compreensão por parte dos discentes. E, a partir de suas percepções diante da obra, interagirem qualitativamente com ela ou qualquer outra que seja abordada na escola, no que tange ao ponto de vista ético, estético e até político, inserindo-os em práticas de linguagem da cultura digital. Cabe então a pergunta: Que caminho percorrer perante a esse contexto?

    Primeiramente, é necessário pincelar uma das propostas que colaboram de fato com seus objetivos. Trazemos como sugestão a playlist musical comentada, pois carrega consigo o trabalho de curadoria que envolve a seleção de canções existentes nas plataformas de streaming. De forma simplificada, a playlist musical comentada funciona como um programa de rádio, em que o locutor apresenta ao ouvinte a lista de reprodução, tecendo comentários, porém em formato diferente do radiofônico AM/FM. Cabe ressaltar que, dentre as plataformas de serviço de streaming, temos Spotify, Rdio, Deezer, Apple Music, Amazon Music, YouTube Music, Tidal entre outras. 

    Recomendamos que seja feita a sondagem com as turmas para verificar quais estudantes têm contato com essas plataformas e quais ainda não. E, após esse diagnóstico, lançar o desafio a eles. 😍

  Mediante a curadoria em uma dessas plataformas, os estudantes precisam ser motivados a comentarem as relações de escolha criteriosa que julgarem pertinentes, entre a obra machadiana e as músicas listadas por eles, por exemplo. Essa interação dos estudantes com esses textos proporcionará, conforme Jaqueline Barbosa, a construção de novos sentidos, o estabelecimento de novas relações e até mesmo a expansão da consciência, na medida em que novas relações podem ser estabelecidas

    A fim de exemplificar, pegamos como base o trabalho da professora Naiara Chaves de Carvalho, relato de boas práticas no Boletim do Professor da Fundação Lemann, escrito por Paolla. Vocês podem ter acesso a apresentação do trabalho da professora Naiara pela Revista Nova Escola. Clique aqui

     Na culminância dessa atividade, recomendamos para socialização: murais virtuais como Padlet ou Wakelet, eventos ou publicações em redes sociais: Twitter, Facebook, Instagram, Tik Tok, YouTube dentre outros ambientes plugados ou despludados. Assim, eles poderão apreciar as produções dos colegas, comentar e/ou compartilhar. E mais, existe uma miríade de obras literárias aguardando o momento de serem desvendadas! A obra de Machado de Assis é apenas uma das possibilidades.

Assista ao vídeo abaixo da realização prática desse trabalho com a playlist comentada: 


    Indicamos a oficina: “Produzindo uma playlist comentada”, de autoria de Jacqueline Peixoto Barbosa, professora do Departamento de Linguística Aplicada da Unicamp. Publicada originalmente na Plataforma do Letramento. 


    Nessa oficina encontrarão o passo a passo, inclusive com modelos de roteiro da playlist musical comentada.

       Agora, vejamos o que traz a BNCC

"O Eixo Leitura compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: fruição estética de textos e obras literárias; pesquisa e embasamento de trabalhos escolares e acadêmicos; realização de procedimentos; conhecimento, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; sustentar a reivindicação de algo no contexto de atuação da vida pública; ter mais conhecimento que permita o desenvolvimento de projetos pessoais, dentre outras possibilidades." (p.71)

    Diante do tratamento das práticas leitoras às quais compreendem-se dimensões inter-relacionadas às práticas de uso e reflexão, elencadas pela BNCC, p.73, podemos destacar a reconstrução e reflexão sobre as condições de produção e recepção dos textos pertencentes a diferentes gêneros e que circulam nas diferentes mídias e esferas/campos de atividade humana, cuja habilidade se alinha:

"a analisar as diferentes formas de manifestação da compreensão ativa (réplica ativa) dos textos que circulam nas redes sociais, blogs/microblog, sites e afins e os gêneros que conformam essas práticas de linguagem, como: comentário, carta de leitor, post em rede social, gif, meme, fanfic, vlogs variados, political remix, charge digital, paródias de diferentes tipos, vídeos-minuto, e-zine, fanzine, fanvídeo, vidding, gameplay, walkthrough, detonado, machinima, trailer honesto, playlists comentadas de diferentes tipos etc., de forma a ampliar a compreensão de textos que pertencem a esses gêneros e a possibilitar uma participação mais qualificada do ponto de vista ético, estético e político nas práticas de linguagem da cultura digital". (BNCC, p.73)

    Atividades como das playlists comentadas se entrelaçam ao eixo de produção de textos e são fonte de interação e de autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico, com diferentes finalidades e projetos enunciativos, como bem explicita a BNCC - p.76. Além disso, favorecem o engajamento com as competências específicas de Linguagens e suas tecnologias para o Ensino Médio:

1. Compreender o funcionamento das diferentes linguagens e práticas culturais (artísticas, corporais e verbais) e mobilizar esses conhecimentos na recepção e produção de discursos nos diferentes campos de atuação social e nas diversas mídias, para ampliar as formas de participação social, o entendimento e as possibilidades de explicação e interpretação crítica da realidade e para continuar aprendendo.

3. Utilizar diferentes linguagens (artísticas, corporais e verbais) para exercer, com autonomia e colaboração, protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva, de forma crítica, criativa, ética e solidária, defendendo pontos de vista que respeitem o outro e promovam os Direitos Humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável, em âmbito local, regional e global.

6. Apreciar esteticamente as mais diversas produções artísticas e culturais, considerando suas características locais, regionais e globais, e mobilizar seus conhecimentos sobre as linguagens artísticas para dar significado e (re)construir produções autorais individuais e coletivas, exercendo protagonismo de maneira crítica e criativa, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas.

7. Mobilizar práticas de linguagem no universo digital, considerando as dimensões técnicas, críticas, criativas, éticas e estéticas, para expandir as formas de produzir sentidos, de engajar-se em práticas autorais e coletivas, e de aprender a aprender nos campos da ciência, cultura, trabalho, informação e vida pessoal e coletiva.

    Confiram as habilidades a serem mobilizadas na BNCC:

(EF69LP46) Participar de práticas de compartilhamento de leitura/recepção de obras literárias/ manifestações artísticas, como rodas de leitura, clubes de leitura, eventos de contação de histórias, de leituras dramáticas, de apresentações teatrais, musicais e de filmes, cineclubes, festivais de vídeo, saraus, slams, canais de booktubers, redes sociais temáticas (de leitores, de cinéfilos, de música etc.), dentre outros, tecendo, quando possível, comentários de ordem estética e afetiva e justificando suas apreciações, escrevendo comentários e resenhas para jornais, blogs e redes sociais e utilizando formas de expressão das culturas juvenis, tais como, vlogs e podcasts culturais (literatura, cinema, teatro, música), playlists comentadas, fanfics, fanzines, e-zines, fanvídeos, fanclipes, posts em fanpages, trailer honesto, vídeo-minuto, dentre outras possibilidades de práticas de apreciação e de manifestação da cultura de fãs. (p. 157)

(EM13LP21) Produzir, de forma colaborativa, e socializar playlists comentadas de preferências culturais e de entretenimento, revistas culturais, fanzines, e-zines ou publicações afins que divulguem, comentem e avaliem músicas, games, séries, filmes, quadrinhos, livros, peças, exposições, espetáculos de dança etc., de forma a compartilhar gostos, identificar afinidades, fomentar comunidades etc. (511)

(EM13LP53) Produzir apresentações e comentários apreciativos e críticos sobre livros, filmes, discos, canções, espetáculos de teatro e dança, exposições etc. (resenhas, vlogs e podcasts literários e artísticos, playlists comentadas, fanzines, e-zines etc.). (p.526)

(EM13LP47) Participar de eventos (saraus, competições orais, audições, mostras, festivais, feiras culturais e literárias, rodas e clubes de leitura, cooperativas culturais, jograis, repentes, slams etc.), inclusive para socializar obras da própria autoria (poemas, contos e suas variedades, roteiros e microrroteiros, videominutos, playlists comentadas de música etc.) e/ou interpretar obras de outros, inserindo-se nas diferentes práticas culturais de seu tempo. (p.525)

E no Currículo Paulista do Ensino Médio, podemos destacar as habilidades:

(EM13LP53) Produzir apresentações e comentários apreciativos e críticos sobre livros, filmes, discos, canções, espetáculos de teatro e dança, exposições etc. (resenhas, vlogs e podcasts literários e artísticos, playlists comentadas, fanzines, e-zines etc.). (p.83)

(EM13LP17) Elaborar roteiros para a produção de vídeos variados (vlog, videoclipe, videominuto, documentário etc.), apresentações teatrais, narrativas multimídia e transmídia, podcasts, playlists comentadas etc., para ampliar as possibilidades de produção de sentidos e engajar-se em práticas autorais e coletivas. (p. 92)

(EM13LP47) Participar de eventos (saraus, competições orais, audições, mostras, festivais, feiras culturais e literárias, rodas e clubes de leitura, cooperativas culturais, jograis, repentes, slams etc.), inclusive para socializar obras da própria autoria (poemas, contos e suas variedades, roteiros e microrroteiros, videominutos, playlists comentadas de música etc.) e/ou interpretar obras de outros, inserindo-se nas diferentes práticas culturais de seu tempo. (p.96)

(EM13LP53) Produzir apresentações e comentários apreciativos e críticos sobre livros, filmes, discos, canções, espetáculos de teatro e dança, exposições etc. (resenhas, vlogs e podcasts literários e artísticos, playlists comentadas, fanzines, e-zines etc.). (p.96)

(EM13LP21) Produzir, de forma colaborativa, e socializar playlists comentadas de preferências culturais e de entretenimento, revistas culturais, fanzines, e-zines ou publicações afins que divulguem, comentem e avaliem músicas, games, séries, filmes, quadrinhos, livros, peças, exposições, espetáculos de dança etc., de forma a compartilhar gostos, identificar afinidades, fomentar comunidades etc. (p.102)


Cordialmente,

Daniela Santos e Vera Cirino


Referências:

BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. Disponível em http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em 11 abr. 2021.

BARBOSA. Jaqueline P. As práticas de linguagem contemporâneas e a BNCC. Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/arquivos/8327/as-praticas.pdf. Acesso em 11 abr. 2021.

BIMBATI,Ana Paula. Ensino híbrido: conheça boas práticas de escolas públicas. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/20097/21-trilha-ensino-hibrido-planejamento-boas-praticas-para-escolas-publicas. Acesso em 11 abr, 2021.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista, 2019. Disponível em:https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wpcontent/uploads/2020/08/CURR%C3%8DCULO%20PAULISTA%20etapa%20Ensino%20M%C3%A9dio.pdfAcesso em:11 abrl. 2021.